Professores de escolas particulares do Rio fazem greve de 24 horas
Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro cruzaram os braços nesta quarta-feira (2) em reivindicação por melhores condições de trabalho. A luta é por reajuste salarial e pela valorização dos profissionais. A greve, de 24 horas, foi aprovada em assembleia conduzida pelo Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio), no último sábado (29), após rodadas de negociação sem acordo . Notícias relacionadas: Senado aprova penas maiores em crimes contra professores e médicos. Professores da Uerj suspendem greve, após três meses de paralisação. Mais de 10 mil professores foram contratados com nota da PND de 2025. Nesta quarta, mobilizados, os professores realizaram um ato no Largo do Machado, no bairro Catete, na zona sul da cidade. Participaram da paralisação, de acordo com o sindicato, mais de 1 mil profissionais. Reivindicações pagamento da hora-atividade, trabalhada fora da sala de aula em atividades pedagógicas; gratificação pelo aprimoramento acadêmico; equiparação salarial entre profissionais da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio; reajuste salarial de ao menos 5,5%. De acordo com o diretor jurídico do SinproRio, Fábio
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