Recursos precisam chegar a povos tradicionais, defende Fundo Brasil
À frente da fundação filantrópica Fundo Brasil desde maio deste ano, a diretora executiva Allyne Andrade chegou à instituição para ajudar a repensar a luta por direitos humanos frente aos desafios que agravam a desigualdade social no país. Carioca de Realengo, na Zona Oeste, e com origem na política de cotas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Allyne é advogada, doutora, especialista em Teoria Crítica e construiu a carreira em paralelo ao trabalho ativista no movimento social antirracista . Notícias relacionadas: Povos Katxuyana e Kahyana contam retomada de território pela arte. Consumo de alimentos ultraprocessados cresce entre povos tradicionais. Quilombolas estão alinhados a agendas de justiça climática, diz estudo. Em 2020, foi selecionada em um processo seletivo para ocupar o cargo de diretora executiva adjunta. “Esse lugar me dá a oportunidade de juntar, de fazer pontes entre esses três mundos, o mundo ativista, o acadêmico e o meu trabalho em si”, diz. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil , ela avalia a readequação das iniciativas de filantropia em defesa dos direitos humanos, em um momento de crises globais. Criado pelos ativistas sociais Abdias do Nasci
Cancele cuando quiera · 99 CA$/mes


